Exame da OAB está próximo de ser extinto


No último Exame da Ordem, duas das três universidades de Direito de Dourados aprovaram apenas 10% de seus alunos
Do site de notícias MS JÁ
Após aceito o parecer, o processo que contesta o Exame de Ordem retornará ao gabinete do ministro Marco Aurélio, no Supremo Tribunal Federal. Não há data prevista para o julgamento. Após aceito o parecer, o processo que contesta o Exame de Ordem retornará ao gabinete do ministro Marco Aurélio, no Supremo Tribunal Federal. Não há data prevista para o julgamento.

Foi encaminhado pelo subprocurador geral da República, Rodrigo Janot e incluído no processo pelo Supremo Tribunal Federal (STF) o parecer dele concluindo a incostitucionalidade da exigência de aprovação no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), para exercício da advocacia.

No parecer, Janot afirmou que não está em debate a necessidade de inscrição do bacharel em Direito nos quadros da OAB como requisito indispensável para o exercício da advocacia e sim, a constitucionalidade da exigência de submissão e aprovação no exame para admissão na OAB e a delegação ao Conselho Federal da Ordem para regulamentação da prova.

Apesar de ser o “pesadelo” de muitos bacharéis que pretendem seguir o exercício da advocacia, alguns acreditam ser estritamente importante a aprovação no exame para a qualificação profissional.

A acadêmica Jaqueline Silva cursa o último semestre do curso de Direito, e é a favor da obrigação do exame. Para ela, a medida “filtra” os futuros profissionais. “Se não existir o exame da OAB, milhares de advogados estarão no mercado de trabalho sem nenhuma avaliação de conhecimento”, disse.

Mesma opinião de Rafael Rocha, que vê como fundamental a prova. “Como uma pessoa pode estar qualificada para o mercado de trabalho se ela não consegue passar pelo teste? É claro que a qualidade profissional dela não é medida por uma prova, mas, evitaria pessoas despreparadas de ingressar na profissão”, comentou.

Após aceito o parecer, o processo que contesta o Exame de Ordem retornará ao gabinete do ministro Marco Aurélio, no Supremo Tribunal Federal. Não há data prevista para o julgamento.

Exame da Ordem em Dourados

No último Exame da Ordem, duas das três universidades de Direito de Dourados aprovaram apenas 10% de seus alunos, porém, o melhor resultado do Estado é de Dourados, da Universidade Federal da Grande Dourados – UFGD (29%).

Já a Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul ficou em segundo na cidade e em terceiro no Estado, com com 14,29%. A terceira foi a Unigran, com 6,3%, o que lhe rendeu também o 4º lugar entre as cinco melhores particulares do Estado.

Desde o ano passado, a prova é nacional, unificada, e realizada pela Fundação Getulio Vargas. No Estado, três universidades ficaram entre as 90 que não conseguiram alcançar a média exigida pelo MEC. (Faculdades Integradas de Paranaíba – Fipar, o Instituto Campo Grande de Ensino Superior – ICGES e Instituto Mato Grosso do Sul de Educação e Cultura – Ismec).

Veja abaixo as melhores do Estado

UFGD - 29%

UFMS - 27%

UEMS- 14,29%

Unaes - 12,45%

UCDB - 12%

Faculdade Salesiana de Santa Teresa de Corumbá - 11%

Unigran - 6,30%

Uniderp - 6,08%

Em todo o Brasil fizeram o exame 106.891 bacharéis em direito e só 12.534 passaram. Existem 1.120 cursos superiores de Direito no Brasil, oferecendo um total de 650 mil vagas.

Nacional

A Universidade de Brasília (UnB) é a campeã em desempenho. Dos 43 alunos formados pela universidade que fizeram as provas, 29 receberam a carteira da Ordem dos Advogados, o que representa índice de 67,4% de sucesso. O segundo e terceiro lugares são de universidade federais mineiras. A Federal de Juiz de Fora obteve índice de 67,3% de aprovação e a Federal de Minas Gerais, 65,3%. A USP aparece em quarto lugar (63,4%), seguida da Federal do Piauí (60,9%).

(145) Comentários

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Constitucionalmente e iinadmissível tal ratificação para mesma .



 
alexandre em 30 de novembro de 2014 às 11:10

Carta Aberta aos Exmos. Srs. Senadores, Deputados e Presidenta Dilma Rousseff:

DENÚNCIA CONTRA O EXAME DA OAB/FGV
EXISTE VÁRIOS DOCUMENTOS DE FRAUDE E MANIPULAÇÕES EM PROVAS REALIZADAS PELA FGV/OAB, PARA QUE A MAIORIA DOS BACHARÉIS EM DIREITO QUE SE INSCREVEM EM SEU CERTAME NÃO SEJAM APROVADOS. TAIS PROVAS DE MANIPULAÇÕES E FRAUDES ESTÃO EM PODER DO MOVIMENTO NACIONAL DOS BACHARÉIS EM DIREITO (MNBD) E DA OBB (ORDEM DOS BACHARÉIS DO BRASIL).
TAL DENÚNCIA SE COMPROVA, AS QUAIS JÁ FORAM ENVIADAS PARA O CONGRESSO NACIONAL E PARA A CÂMARA DOS DEPUTADOS; OS NOSSOS POLÍTICOS NADA FAZEM.
TODOS CERTAMES REALIZADOS PELA FGV/OAB, HÁ UMA REPROVAÇÃO EM MASSA, OU SEJA MAIS DE 85%(OITENTA E CINCO POR CENTO) DOS QUE SE INSCREVEM SÃO REPROVADOS.
POR ISTO EXISTE HOJE MAIS DE CINCO MILHÕES DE BACHARÉIS EM DIREITO, QUE NÃO CONSEGUIRAM PASSAR NO EXAME DA OAB/FGV?
ISTO É UMA VERGONHA E VIOLÊNCIA CONTRA A DEMOCRACIA!
OS POLÍTICOS SÉRIOS COMPROMETIDOS COM A ÉTICA, JUSTIÇA, DEMOCRACIA E A TRANSPARÊNCIA, DEVERIAM TOMAR PROVIDÊNCIAS E SUSPENDER O EXAME DA OAB/FGV PARA APURAR ESTA DENÚNCIA QUE JÁ FOI DISCUTIDA EM VÁRIAS AUDIÊNCIAS PÚBLICAS DO QUE TRATAM DO EXAME DA OAB.
LEMBRE-SE, SÃO MAIS DE CINCO MILHÕES DE BACHARÉIS EM DIREITO QUE TÊM SEUS SONHOS DILACERADOS POR NÃO PASSAREM NO EXAME CORPORATIVISTA DA OAB E QUE REPROVA EM MASSA OS QUE SE INSCREVEM.
O BACHAREL EM DIREITO, MESMO DEPOIS DE FORMADO COM O DIPLOMA APROVADO PELO MEC, TEM QUE PASSAR PELA HUMILHAÇÃO DE SUBMETER A UM NOVO EXAME, TAL EXAME DE CUNHO PARTICULAR, INTERESSA APENAS A PRÓPRIA OAB PARA MANTER O SEU PODER.
PORQUÊ SOMENTE OS BACHARÉIS EM DIREITO TEM QUE SE SUBMETER A UM NOVO EXAME DEPOIS DE FORMADOS E O OUTROS FORMADOS EM OUTRAS PROFISSÕES NÃO PRECISAM?
PORQUÊ OS MAIS DE CEM MILHÕES DE REAIS QUE A OAB ARRECADA TODO ANO COM SEUS EXAMES, NÃO SÃO PRESTADOS CONTAS AO TCU E A NINGUÉM?
QUANTO O GOVERNO FEDERAL DEIXA DE ARRECADAR DE IMPOSTOS SOBRE A ARRECADAÇÃO MILIONÁRIA DA OAB?
“OBS: APOIAMOS A MUDANÇA DA APLICAÇÃO DO EXAME DA OAB PARA A COMPETÊNCIA DO MEC E DA APROVAÇÃO DO PROJETO DE LEI QUE TRATA DA GRATUIDADE DO EXAME DA OAB. JUSTIÇA SOCIAL JÁ.”
Fonte: João Batista Suave
Presidente Nacional da Marcha dos Bacharéis em Direito do Brasil
Contato(email): jobasuave2012@gmail.com
APOIO AO TEXTO ACIMA:
Pedro dos Santos Cardoso de Freitas
Presidente Nacional dos Bacharéis em Direito Desempregados e Endividados pelo FIES
Contato(email): pesantoscar@gmail.com
Transcrevemos abaixo o comentário do Dr. Rubens Teixeira sobre A entrevista do presidente CFOAB na Veja e as Vítimas da OAB:

“A entrevista do presidente CFOAB na Veja e as Vítimas da OAB
Por @RubensTeixeira
O Presidente do Conselho Federal da OAB, Marcus Vinicius Coelho, declarou em entrevista na Revista Veja de 14 de agosto de 2013: “Estamos vivendo uma roda viva em que a faculdade finge que paga o professor, o professor finge que dá aula e o aluno finge que aprende”. Esta infeliz declaração mostra que seu autor definitivamente não leu as 40 páginas da carta que escrevi e apresentei em Audiência Pública no Congresso Nacional, disponível no meu site: www.rubensteixeira.com.br, explicando porque o Exame da OAB tem que acabar. Mostra ainda o entendimento em que a OAB consagra o princípio da má fé de entes públicos, da própria OAB, dos professores, dirigentes e alunos dos cursos de Direito. Discordo desta generalização da imoralidade no ambiente de formação dos juristas brasileiros, especialmente porque mostra o total desrespeito da OAB com os bacharéis em Direito, induzindo que os não aprovados no Exame da OAB estão entre os que fingiram que aprenderam, e enlameia o magistério jurídico brasileiro, tendo em vista que há alunos de todas as universidades reprovados no Exame da OAB.
Se essa linha de produção do mal defendida pelo CFOAB for verdade, estão comprometidos com estes atos criminosos professores de diversas origens, como advogados, promotores, defensores, juízes, desembargadores, e outros, que lecionam em quaisquer universidades que tenham alunos reprovados no Exame da OAB, ou seja, todas do Brasil. É um argumento que não aponta responsáveis e deixa os bacharéis em Direito como culpados por uma série de ineficiências, inclusive da OAB, que tem muita influência e participação na formação deles.
Se existem faculdades que fingem pagar professores e professores que fingem ensinar, não posso me furtar de acreditar em algo que é mais certo do que esta afirmação desastrada: há alunos de boa fé querendo aprender, mesmo que possam existir os menos interessados. Se são enganados, não podem pagar pelo que não fizeram. Se é verdade o que o presidente do CFOAB disse, temos um problema sério de violação de direitos fundamentais e prática de crimes. Não é competência da OAB corrigir esses erros, mas dos entes públicos. A OAB pode e deve denunciar e colaborar com a solução. Nesse sentido, a OAB deveria defender esses cidadãos honestos que estão sendo enganados pelos seus professores e faculdades, oferecendo-lhes advogados, jamais deveria atacá-los. Como uma instituição de advogados, a OAB não pode acabar de matar a vítima, mas deve defendê-la.
O presidente do CFOAB também comparou o número de advogados do Brasil com o da França. Um absurdo que se justifica, ou por desinformação, ou por razões que não vou enumerar, mas são várias e todas ruins. Essa comparação deixa de lado a elevada população brasileira, a maior fábrica de injustiça do mundo que é a desigualdade social, enorme no Brasil e pequena na França, o tempo de trâmite de processos no Judiciário, o volume de processos nos tribunais, o número de injustiças e de injustiçados, etc. É uma comparação muito ruim que reflete ausência de argumento melhor. Fazer referência à quantidade de advogados no mercado para justificar que temos advogados demais, em si, é um evidente ataque ao livre exercício da profissão e até da livre concorrência e iniciativa, todos mandamentos constitucionais, desprezados, oportunamente, pela OAB, quando interessa.
Se todos os argumentos apresentados para defender o Exame da OAB fossem razoáveis, é lógico que ainda não suportariam o debate sobre o conflito de interesses flagrante: uma instituição que defende os interesses dos advogados controla a entrada de novos profissionais no mercado. Por outro lado, diz que faz o Exame porque as universidades formam mal, ou seja, a OAB conserta o que o MEC não faz bem. Pode, a qualquer título, uma instituição privada usurpar prerrogativa constitucional de um ente público? Qual a defesa jurídica dessa aberração?
A OAB é uma grande violadora de direitos humanos, porque desemprega bacharéis em Direito, barrando o ingresso no mercado de profissionais, especialmente os que moram em áreas pobres da cidade, que não têm recursos para pagar cursinhos. Além disso, reduz o acesso à justiça para as pessoas que poderiam ser usuárias dos serviços desses profissionais impedidos de trabalhar. Em comunidades carentes e nos locais de bolsões de pobreza há um mar de direitos violados, mas não há advogados e nem representação da OAB.
Se contarmos essa história da França, narrada pelo presidente do CFOAB, nas comunidades pobres do nosso país, onde milhões têm seus direitos violados, diariamente, sem advogados para defendê-los, estaremos debochando dos brasileiros desprezados nesta visão elitista da OAB. Se todos procurarem a Defensoria Pública, inviabilizarão os já sobrecarregados profissionais deste cargo público tão nobre e relevante. A OAB consegue o que quer: a advocacia é uma profissão acessível, principalmente, às elites. Direitos violados de pobres não entram na análise da OAB. Por isso seu presidente induz que no Brasil temos advogados demais. É importante a OAB entender que pobre também tem direitos e precisa ser defendido. A OAB faz milhares de vítimas diariamente em todas as partes do país.
A OAB despreza o que é fundamental na avaliação de profissionais no mundo inteiro: o desempenho no exercício da profissão. A maior prova disso é que há advogados medíocres que passaram no Exame da OAB e excelentes bacharéis, que são “advogados sem carteira”, que trabalham em escritórios, explorados a baixos salários, com a conivência da OAB. São as vítimas da OAB.
Rubens Teixeira é autor da Carta aberta ao Congresso Nacional pelo Fim do Exame da OAB e vítima da OAB. Formado em Direito (UFRJ), aprovado na OAB-RJ, mas impedido de ter carteira por julgamentos arbitrários da OAB-RJ, doutor em Economia (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil (UNESA), engenheiro civil (IME) e bacharel em Ciências Militares (AMAN). Teve sua tese de doutorado em Economia e monografia de Direito premiadas. É professor, escritor e palestrante. Site: www.rubensteixeira.com.br, Twitter: @RubensTeixeira, Facebook:www.facebook.com/dr.rubensteixeira”









ADVOGADOS APOIAM FIM EXAME OAB

As provas documentais de manipulação para reprovar quem tem condições (e notas) para serem aprovados no exame da OAB, que estamos divulgando em nosso site, no facebook e por emails, assim como pessoalmente junto aos líderes de bancadas e aos parlamentares de forma geral, vem causando mudanças em uma bancada importante: a bancada dos advogados inscritos na OAB e que defendiam a manutenção do exame.
O primeiro advogado a concordar com o fim do exame aplicado pela OAB e sua troca por um exame aplicado pelo MEC, foi o Dr. Grilo, parlamentar mineiro, advogado atuante e intrinsicamente ligado á OAB. partícipe da Frente Parlamentar Evangélica, o Dr. Grilo após conhecer dos documentos e de analisar profundamente a questão, passou a apoiar o fim da aplicação do exame pela OAB e sua transferência para o MEC.
Na véspera da audiência, ainda em visita aos gabinetes dos deputados para entrega dos convites para que participassem da audiência no dia 31, nos encontramos com o Dr. Fábio Trad. Ele, ex-presidente da OAB MS, defensor ferrenho da Ordem e filho do também ex-presidente da OAB MS Nelson Trad, defendia mudanças no exame, mas não aceitava o fim do exame aplicado pela OAB.
Mantemos conversas democráticas com o Dr. Fábio desde a audiência na Comissão de Educação (veja em eventos do MNBD neste site) em maio de 2011. Ao encontrá-lo em seu gabinete, aproveitamos para informar que tínhamos novidades e apresentamos a ele as provas documentais de manipulação que a OAB vem fazendo.
Perplexo com as provas, o Dr. Fábio afirmou textualmente que iria analisar profundamente os documentos que apresentávamos e que "confirmada a autenticidade dos mesmos, passaria a apoiar o fim do exame aplicado pela OAB e sua aplicação pelo MEC".
A se destacar, que o pai do Deputado, o também ex-deputado Nelson Trad esteve defendendo a OAB na Audiência Pública ocorrida em março de 2008 na Comissão de Direitos Humanos no Senado Federal. Seu filho Fábio, atual deputado, como citamos, esteve na audiência do ano passado também defendendo a Ordem. Assim, uma mudança de posição, com seu apoio para a troca do exame da OAB por um exame aplicado pelo MEC é uma enorme vitória!
Outra baixa importante para a OAB e uma grande vitória para os bacharéis, foi o Deputado Hugo Leal, também advogado carioca que divulgamos recentemente, propôs que a eleição de Presidente Nacional da OAB fosse por votação direta de todos os advogados.
Integrante da bancada dos advogados na Câmara, após sua explanação na Audiência Pública, tivemos alguns minutos de conversa particular e apresentamos a ele as provas documentais de manipulação do exame pela OAB. Também perplexo Hugo afirmou que estava naquele momento mudando de posição e passando a apoiar o fim do exame aplicado pela OAB e sua passagem para aplicação pelo MEC.
Importante destacar que a posição defendida há anos pelo MNBD/OABB em se trocar o exame da OAB por um exame aplicado pelo MEC, não muda nada para os já bacharéis e para os que se formarem até o MEC iniciar a aplicação do seu exame. O PL 2154 revoga o exame da OAB e todos os já formados ficam livres para se inscrever na ordem e iniciar suas carreiras.
O principal motivo de defendermos esta troca, é justamente por causa do discurso da OAB de década e meia (desde 1.996) de que os cursos de Direito são fracos e precisam de um exame para separar os competentes. A OAB tanto bateu nesta tecla, que a sociedade como um todo tem em seu subconsciente a idéia de que o exame é imprescindível.
Assim, mesmo nossos defensores mais antigos, como o Senador Cristovam Buarque é contra o exame da OAB, mas entende ser necessário um exame aplicado pelo MEC.
Os deputados em sua maioria também veem desta forma. Em conversa recente com a Deputada Luiza Erundina (PSB/SP) logo após a explanação que fizemos para a bancada do partido, ela nos disse que o discurso da OAB Jovem de que "devido a má qualidade da educação não era hora de acabar com exame e sim de melhorar a educação" era coerente e que ela era contra acabar com o exame da OAB. Após nossa explicação que não éramos contra exame se aplicado pelo MEC, mas sim contra o exame aplicado pela OAB por causa das manipulações, a Deputada Erundina disse que ai teria seu voto a nosso favor...
É a posição da maioria dos deputados e senadores. Portanto, nosso trabalho junto aos partidos de oposição (O dep. Eduardo Cunha trafega bem entre os partidos da base de governo por ser vice-líder do PMDB) é justamente neste sentido, como fiz questão de destacar rapidamente na última audiência.
Destacamos ainda, que haverá nova audiência pública - solicitada pelo Deputado Sibá Machado - na mesma Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara ainda neste mês de novembro, faltando apenas definição da data de realização.
Estamos em contato com seu gabinete e definindo a data, estaremos informando os colegas. Para esta audiência, estão convidados o pres. da OAB Ophir Cavalcante, o Presidente da UNE, o Reitor da UnB, o Sub-Procurador Geral da República Rodrigo Janot e representantes dos bacharéis.
Sempre é bom reiterar a divulgação das nossas provas documentais de manipulação que a OAB vem fazendo para reprovar os colegas.
Prova de manipulação da 1ª fase. Clique aqui.
Prova de manipulação da 2ª fase. Clique aqui.

FONTE: SITE DO MNBD




 
JOÃO BATISTA SUAVE em 25 de setembro de 2014 às 18:00

Se querem manter o exame da ordem, que o façam de uma forma onde não onere mais o bolso do candidato,
onde a OAB ofereça de forma gratuita via internet os cursos de todas as matérias, e que seja daí tiradas as questões,
demonstrando assim a transparência e lisura que a própria instituição se propõe a demonstrar. Acabando assim
com interesses paralelos e usuráveis de donos de cursos preparatórios.

 
OLEGARIO JOAQUIM CAYRES NETO em 23 de setembro de 2014 às 15:54

Basta cumprir o que diz a constituição. é o não é inconstitucional ?
uma simples prova com varias ciladas na intenção de prejudicar o bacharel.

 
Leandro Marcos de Melo em 12 de setembro de 2014 às 15:38

Com o injustificado exame de ordem, antijurídico, por ilegal, inconstitucional e discriminador, temos mais uma prova da podridão do poder, que há vinte anos institucionalizou a desmoralização e roubo ao cidadão bacharel de direito... e sob falso pretexto de defesa da sociedade, quando maior bem jurídico é a vida, impõe a esse profissional a responsabilidade sobre o ensino jurídico brasileiro...

 
jorge em 30 de agosto de 2014 às 20:20

Não sei se permanecerá essa excrecência chamada exame de ordem que há muito vem colocando de joelhos os bacharéis de direito...pode ser que ainda dure, mas pouco, depois dessa renovação politica com substituição dos políticos canalhas eleitos por enganarem o povo desinformado. Com a renovação da câmara e do senado talvez essa maldita oab, seja banida de vez do nosso cenário jurídico-social. AMÉM!

 
zen em 30 de agosto de 2014 às 20:09

Este exame da ordem e uma vergonha, aplicam uma prova que o candidato tem que imaginar o que eles querem de resposta e uma vergonha, vejam so uma questão de ética apresentada no ultimo exame da ordem, onde fala do Estagiário Marcos;
A questão não foi corretamente elaborada, pois no preâmbulo da mesma em nenhum momento informa ser o Estagiário Marcos devidamente inscrito na OAB, pois todo e qualquer aluno de Direito tanto para o Judiciário, Ministério Público, iniciativa privada e alguns Orgãos Públicos não precisam obrigatoriamente estar devidamente inscritos na OAB para exercerem a atividade de estagiário, estágio este que tem validade para a conclusão do curso. O próprio curso de Direito não faz exigência de inscrição na OAB para que o aluno conclua seu estágio, portanto nota=se que a questão não foi bem elaborada não está clara para que o examinando tenha certeza de sua resposta. O mais relevante ainda é que tal resposta considerada como a correta, visualizando o Código de Ética e Estatuto da OAB, em nenhum artigo encontra-se claramente descrito que cabe censura ao estagiário, portanto tratando-se de uma prova que deve seguir o cronograma descrito no edital, pergunta-se qual a legislação aplicada que afirma poder aplicar a sanção de censura ao estagiário? O examinando não pode responder sua prova por suposições ou alusão, pois deve ater-se apenas a aquilo que está devidamente descrito na legislação, portanto a referida questão deve ser anulada por ter sido mal elaborada, com falta de informação clara para o correto entendimento do examinando.
De acordo com o Artigo 9º parágrafo 3º do CED, até mesmo alunos de Curso Jurídico que exerça atividade incompatível e que apenas faça seu estágio para fins de aprendizagem também podem ser punidos?

 
EDEGAR ALVES DRUM em 18 de agosto de 2014 às 20:27

Não sou a favor do exame de ordem,porque o bacharel em Direito quando chega no fim do curso já passou por inúmeras provas,estágios,praticas e monografia etodos esses exames o qualifica e o restante aprenderá no exercício da profissão

 
Edson Muniz de campos em 18 de agosto de 2014 às 18:01

Tenho vergonha de ser brasileiro. A Constituição Federal, é apenas um livro de bolso. Os "deuses" do STF,
ignoram totalmente a CF. No STF, tem ONZE pessoas mortais. Eles pensam que tem imunidade divina. É
inacreditável saber, que os ministros do STF, não entendam a CF. Médicos não realizam exame para
exercer a medicina. Por que o bacharel em Direito ? VAGABUNDOS !!!!!!!
t

 
Ivan de Lima Salles em 15 de agosto de 2014 às 12:39

Quem critica o exame da OAB, o faz sem saber do que está falando.
A alegação de que o exame serviria unicamente para a OAB arrecadar é ridicula,
pois, a OAB ganharia muito mais com esses bachareis inclusos em seus quadros,
uma vez que, em média, a anuidade paga por um advogado é em torno de R$700,00.

 
walter fernanes em 01 de agosto de 2014 às 16:34

Dona Dilma, toma posição a favor da sociedade brasileira e revogue o caixa dois da OAB, diga-se EXAME DE ORDEM, que ofende seriamente a CONSTITUIÇÃO e a dignidade humana e subestima a inteligência do cidadão, fazendo apologia ao crime da discriminação social e condena ao fracasso e a fome quatro milhões de brasileiros....e ganhe as eleições...ou então todos preparem-se para a resposta do eleitor

 
jorge em 30 de julho de 2014 às 21:42

É uma vergonha esta OAB, dizem que é pra qualificar os advogados então não precisam cobrar pra fazer as provas que sejam de graça pra todo mundo, pra mim é muita arrecadação e como tem muita gente ganhando todos votam a favor da OAB, queria ver voltar a ser analisadas pelo MEC e as faculdades se não acabaria com tudo isso.

 
Frauberto Oliveira em 08 de julho de 2014 às 21:05

Precisamos mostrar a sociedade que nosso grito de justiça social tem que ser ouvido.A OAB está desesperada, sabe que cedo ou tarde vai ter que prestar contas de toda essas fortunas arrecadadas a custas do Bacharéis.Nossa mobilização vai mostrar que unidos somos fortes, Fim do exame da desordem caça níquel promovida pela OAB,

 
ANONIO J CERQUEIRA em 05 de junho de 2014 às 18:59

Verdadeiramente, há milhares de bacharéis doentes emocionalmente por não lograr exito no exame de ordem. Há muito com depressão, Síndromes de Ansiedade, devido as expectativas geradas em torno da aprovação e exercício da profissão. Portanto, é evidente que o exame só traz desequilíbrio social, injustiça e revolta. Realmente, a vontade é de explodir o Conselho Federal da OAB.

 
Kelly em 27 de maio de 2014 às 16:18

Brasil: = Ação Estatal prima por conduta de contorno árbitrário, opaco, antijuridico quando enfoca o direito do cidadão, sobretudo o hipossufuciente, autoritáritário, facista, intransigente, desorrazoado, anti-impessoal, insuficiente, corruptor, inseníivel, alheio aos anseios sociais, repressor, revanchista, retaliador, limitador e conaservador. Leia-se: Executivo, Legislativo, judiciário e OAB.

 
jorge em 18 de maio de 2014 às 20:37

Continuo acreditando em nossa carta magna.Quero acreditar nos ministros STF a necessidade de acabar de uma vez por todas esse exame caça níquel imposta pela OAB .Sabemos não ter legitimidade legal para impedir um Bacharel em Direito apos formados serem impedidos de trabalhar.Isso é um verdadeiro absurdo,solução CPI já nesse exame da desordem e injustiça social.

 
antonio j cerqueira em 15 de maio de 2014 às 12:00

Não é possível que o discurso da OAB ainda continua querendo manipular a opinião de que esse famigerado exame é a solução de separar o bom advogado do ruim.Estamos falando pessoal é que até agora não se sabe se a OAB é uma AUTARQUIA OU UMA ENTIDADE PARTICULAR .Queremos saber.Se for uma AUTARQUIA com certeza tem que prestar contas dessa fortuna em arrecadação para os poderes públicos.

 
ANTON J CERQUEIRA em 28 de abril de 2014 às 16:54

Prova da OAB virou uma fonte de receitas, este papo de que "O Exame é para reciclar os bons profissionais", se isto fosse verdade, não estariam os inúmeros magistrados pedindo AOS NOVOS ADVOGADOS com OAB, emendarem a inicial ou até declarar a inépcia da inicial. CONTUDO, o mercado é para todos, estamos sem OAB para trabalhar e tem muita gente que tem OAB que não sabe trabalhar...Estatuto para que?

 
ROBERTO DIAS em 28 de abril de 2014 às 12:27

Também sou bacharel em direito e sinto o meu direito ser tolhido. Quantos bacharéis não vivem hoje em depressão. Depois de tanto sacrificio não poder exercer a profissão. DITADORES E CORPORATIVISTA.

 
Inaildo Mendes em 21 de abril de 2014 às 21:57

Este exame é uma verdadeira aberração muito extenso e, não prova capacidade para o exercício da advocacia , além de ser extremamente longo com 80 questões cansativo, com um horário em que pesa nas questões de alimentação, muito longo e que não gera expectativas de atuação na área, na minha concepção como Bacharel em Direito, fiz 03 vezes mas o pior de tudo é o nervosismo causado, sendo , extenso.

 
Sandra Maria Batista de Queiroz em 18 de abril de 2014 às 23:23
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