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Leão XIV convida fiéis a acolher Jesus com humildade através da oração, dos Sacramentos e da escuta da Palavra

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Durante a oração do Ângelus deste domingo (9), o papa Leão XIV incentivou os fiéis a acolher Jesus “humildemente” em suas vidas “através da oração, dos Sacramentos e da escuta da Palavra”.

“Em qualquer circunstância, Jesus não nos abandona e, se o acolhermos humildemente no barco da nossa vida – através da oração, dos Sacramentos e da escuta da Palavra –, n’Ele encontraremos a paz, a luz e a força para o nosso caminho”, disse o papa.

Em sua reflexão, Leão XIV comentou o Evangelho de hoje (Mt 14,22-33), que narra o momento em que Jesus caminha sobre as águas do mar da Galileia e vai ao encontro de seus discípulos em meio a uma tempestade.

O papa lembrou que, depois de terem sido testemunhas de um sinal extraordinário, os discípulos “encontram-se agora impotentes e assustados perante a ameaça das ondas e do vento contrário”. É nesse cenário que Jesus “vai ao encontro deles sobre as águas agitadas, e, assustados, confundem-no com um fantasma”.

“Mas Ele diz-lhes: “Tranquilizai-vos! Sou Eu! Não temais!””, destacou o papa.

“A presença do Senhor muda” toda situação, continuou Leão XIV, e Pedro dá “alguns passos sobre as ondas em direção a Ele”, mas “depois assusta-se, começa a afundar e Jesus salva-o”.

Segundo Leão XIV, para reconhecer a presença de Deus, não “bastou” aos discípulos assistir “a um milagre nem ter tido bom êxito diante das pessoas”. Eles “tiveram que passar pela experiência da própria fraqueza e, nela, reconhecer a presença de Deus”, destacou.

“Só assim conseguiram verdadeiramente abrir os olhos e o coração à sua proximidade, reencontrando a paz mesmo no meio da tempestade”, acrescentou.

O papa também destacou que “este milagre ensina-nos algo importante: em primeiro lugar, a não nos vangloriarmos do sucesso e a nunca nos considerarmos superiores aos outros”. Além disso, ele pediu para “não perdermos a esperança” quando as dificuldades surgirem e não nos desesperamos “nem mesmo nos momentos de escuridão, quando nos sentimos impotentes perante os problemas que, apesar dos nossos esforços, nos fazem pensar que estamos a recuar em vez de avançar”.

“Que Maria nos ajude a viver assim, com confiante abandono em Deus, Ela que foi proclamada bem-aventurada pela sua fé”, concluiu.

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