Todas as ações, decisões, viagens e pregações da Igreja primitiva tinham o Espírito Santo como protagonista, enviando Pedro à casa de Cornélio, conduzindo Felipe ao encontro do eunuco, chamando Paulo para a Macedônia e inspirando a decisão sobre a circuncisão. O Espírito decidia e os Apóstolos obedeciam.
Também hoje, o Espírito Santo deve ser o protagonista na vida de cada um de nós. Não podemos nos acomodar na expressão “cristão não praticante”. Se não vivemos os princípios cristãos, não temos o direito de nos considerar cristãos.
Porque muitos de nós se classifica assim, o nosso país, considerado, um dos países mais cristãos do mundo, em muitos aspectos, ainda vive como um país pagão. Jesus alerta que o mundo odiará os que O seguem. Ser cristão é assumir as exigências do discipulado e enfrentar a rejeição dos que vivem segundo os valores do mundo.
Não para condenar, mas para salvar, por isso, torna-se sinal de contradição: responde ao ódio com amor, à violência com perdão. Jesus é claro quando nos orienta: “Estamos no mundo, mas não somos desse mundo”, nossa pátria é o Céu.
Por Luiz Torres





