Jesus faz um paralelo entre as reações humanas e a experiência de fé diante de sua ausência e presença. O mundo se alegra com sua morte, enquanto os discípulos se entristecem. Porém, essa dor será transformada em uma alegria que ninguém poderá tirar (João 16, 22b). Jesus fala da diferença entre a alegria passageira do mundo e a alegria verdadeira que nasce de Deus.
As alegrias produzidas pelos vícios, prazeres e satisfações mundanas logo se transformam em vazio, tristeza e solidão. Já a alegria da sua presença, permanece no coração e nos sustenta na fé a na vida em Deus. Após a tristeza da Paixão e Morte, celebramos a alegria da Ressurreição e nos preparamos para o dom definitivo do Espírito Santo, em Pentecostes , que será presença viva e real de Jesus em nosso coração e em nossos altares.
Ele será nosso Consolador, Conselheiro e Guia, conduzindo-nos, por sua ação e unção, à verdadeira alegria, que permanece para sempre, nos fortalece e nos sustente entre as provações e privações desta vida, rumo à pátria celeste onde não haverá mais choro nem dor.
Por: Luiz Torres





