01/09/2019 0h
Vamos vivenciar o Mês Missionário Extraordinário 2019
Artigo de nosso bispo diocesano, publicado originalmente na Revista ‘Elo’ do mês de setembro de 2019
Queridos irmãos e irmãs, saudações em Cristo Jesus. Neste mês de setembro, quero falar um pouco sobre a importância do Mês Missionário Extraordinário 2019. No mês de maio falei sobre a visita da Cruz Missionária, em todas as paróquias e comunidades de nossa Diocese nos preparando para este Mês Missionário. Agora, quero falar sobre o Mês Missionário.
O Guia da CNBB com tema Batizados e Enviados: A Igreja de Cristo em Missão no Mundo inicia dizendo na apresentação que “Em 22 de outubro de 2017, Dia Mundial das Missões, o Para Francisco, durante o Ângelus, anunciava publicamente, para toda Igreja, sua intenção de proclamar um Mês Missionário Extraordinário (MME) em outubro de 2019, para celebrar o centenário da Carta Apostólica Maximum Ilud de seu predecessor Papa Bento XV (1919)”.
A proposta é para ajudar “a reavivar a consciência batismal do Povo de Deus em relação à missão da Igreja”. “Despertar a consciência da missio ad gentes e retomar com novo impulso a transformação missionária, expressa pela Papa Francisco na Evangelii Gaudium: A ação Missionária é o paradigma de toda obra da Igreja” (EG, n. 15). “Trata-se de pôr a missão de Jesus no coração da Igreja, transformando-a em critério, para medir a eficácia de suas estruturas, os resultados de seu trabalho, a fecundidade de seus ministros e a alegria que eles são capazes de suscitar. Porque sem alegria não se atrai ninguém” (Guia do MME 2019 pg. 9).
O papa pede “a ideia central neste mês é inserir dentro da programação ordinária e habitual das Igrejas locais (diocese), a temática e o espírito do MME visando à conversão pastoral missionária. Será uma ocasião para despertar, animar e não cansar as comunidades” (Guia do MME 2019 pg. 10). O Guia está estruturado em quatro partes:
1ª Parte – Aprofundando a Missão: apresenta uma reflexão sobre o tema do MME, com ênfase na evolução histórica do conceito da Missio ad gentes, para a assim chamada Feliz Coincidência com o Sínodo Pan-Amazônico.
2ª parte – Testemunhando a missão: Além de São Francisco Xavier e Santa Terezinha do Menino Jesus, os santos padroeiros da missão, destacam-se ainda duas testemunhas locais, o Servo de Deus Pe. Ezequiel Ramin, Missionário Comboniano e a Doutora Zilda Arns.
3ª parte – Vivenciando a missão permanente: apresenta as dimensões fundamentais do MME e as propostas concretas, apresentadas pelo Grupo de Trabalho e aprovadas pelo Conselho Permanente da CNBB, em novembro de 2018. Merece destaque a proposta de gesto concreto no Dia Mundial das Missões.
4ª Parte – Celebrando a missão: apresenta uma proposta de Vigília Missionária, a oração missionária oficial, a oração dos fiéis para os domingos de outubro, propostas de temas para a novena dos padroeiros e terço missionário. Enfim, a explicação do Logo do MME e da Cruz missionária que irá percorrer todas as paróquias (Guia do MME 2019 pg. 9 e 10).
Que o MME seja hoje nossa resposta concreta e renovada ao perene convite de Jesus: Ide pelo mundo inteiro, proclamai o Evangelho a toda criatura (Mc 16,15), (Guia do MME 2019 pg. 9 e 10).
Caríssimos irmãos e irmãs, eis a proposta bonita do Para Francisco para mês de outubro de 2019, o qual vivenciamos, liturgicamente, todos os anos como mês missionário. Estamos nos organizando para que possamos desfrutar esse momento de forma muito bonita, espiritual e evangelizadora em nossas vidas e na vida daqueles que encontrarmos no caminho do discipulado de Jesus.
Deus abençoe a cada um de vós!
Dom Henrique A. de Lima, CSsR
Bispo Diocesano de Dourados
Artigo de nosso bispo diocesano, publicado originalmente na Revista ‘Elo’ do mês de setembro de 2019






