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Relíquia de primeiro grau de são João Paulo II chega a Ribeirão Preto em maio

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A arquidiocese de Ribeirão Preto (SP) ganhou uma relíquia de primeiro grau do papa são João Paulo II. A relíquia do sangue (ex sanguine) vem da Polônia “com apoio dos missionários redentoristas”, segundo a arquidiocese, e chega no dia 17 de maio, na catedral são Sebastião, às 11h, e no dia seguinte, 18 de maio, vai para a paróquia são Simão Apóstolo, em São Simão (SP), onde permanecerá de forma definitiva.

“A data não poderia ser mais significativa”, disse a paróquia são Simão Apóstolo em suas redes sociais. A data “marca os 106 anos do nascimento de são João Paulo II, o papa dos jovens e da esperança, cuja vida foi testemunho de fé, coragem e amor à Igreja”.

O papa são João Paulo II (Karol Józef Wojtyla) nasceu no dia 18 de maio de 1920, na Polônia e foi eleito papa em 16 de outubro de 1978. Ele assumiu o nome de João Paulo II, em homenagem ao papa João Paulo I e teve 27 anos de pontificado. Ele foi o primeiro papa a visitar o Brasil. Sua primeira visita ao país ocorreu em 1980, entre 30 de junho a 12 de julho. Durante esses 13 dias, ele visitou a capital do Brasil, Brasília e mais 12 cidades: Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Aparecida do Norte, Porto Alegre, Curitiba, Manaus, Recife, Salvador, Belém, Teresina e Fortaleza.

Sua segunda visita ao Brasil aconteceu em 1991, quando realizou a missa de beatificação de madre Paulina, em Florianópolis (SC), dizendo que “o Brasil precisa de santos, de muitos santos!” “A santidade é a prova mais clara, mais convincente da vitalidade da Igreja em todos os tempos e em todos os lugares”. Sua última visita ocorreu em 1997, no Rio de Janeiro, para o II Encontro Mundial do Papa com as Famílias entre os dias 2 e 5 de outubro daquele ano. João Paulo II morreu no dia 2 de abril de 2005. Ele foi beatificado no dia 1º de maio de 2011, pelo papa Bento XVI e canonizado pelo papa Francisco em 27 de abril de 2014.

Para o arcebispo de Ribeirão Preto, dom Moacir Silva, ter uma relíquia de primeiro grau de “são João Paulo II que governou a Igreja por longos anos” é “uma grande graça”.

Dom Moacir Silva destacou que a presença da relíquia em sua “arquidiocese é um convite também para a juventude se encontrar com o Cristo” e “para as famílias também voltar-se para aquilo que é essencial da vida familiar, voltar-se para beleza do sacramento do matrimônio”.

Pedido da relíquia

A paróquia são Simão Apóstolo disse que a vinda da relíquia do papa são João Paulo II “foi possível graças ao empenho do padre Carlos Alberto Baptistine, missionário redentorista” no Santuário Nacional de Aparecida e “a partir de um ofício” de dom Moacir Silva.

“O pedido foi encaminhado com a colaboração do padre Adam Rapala à Polônia, chegando às mãos do cardeal Stanislaus Dziwisz, que foi secretário particular de são João Paulo II por 40 anos, e com generosidade, atendeu ao pedido”, relatou a paróquia. Para a paróquia, “a presença desta relíquia” vai “fortalecer a fé dos fiéis, especialmente dos jovens”, e tornar a paróquia “um lugar de peregrinação, oração e encontro com Deus”.

“Que são João Paulo II interceda por todos nós e nos ajude a viver com coragem, esperança e fidelidade ao Evangelho”, disse a paróquia.

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