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Neste sentido, explicou que recorrer a Jesus significa «corresponder ao seu amor e partilhar a sua vida até à Cruz».
Ele explicou que “ir ao encontro de Jesus significa corresponder ao seu amor e partilhar a sua vida até à cruz”.
“É precisamente o dom de si mesmo por amor que constitui o “jugo” de Jesus, ou seja, a síntese do seu ensinamento, o cerne da sua sabedoria, ardente de caridade para com todos”, destacou.
E acrescentou que “como autêntico mestre, Jesus toma sobre si a humanidade ferida pelo mal, para cuidar dela”.
“A sabedoria que Ele nos dá é um anúncio de salvação e o seu jugo levanta-nos de todas as quedas”, pontuou.
O papa ainda disse que o caminho daqueles que seguem Cristo não é “não é, portanto, uma ascese que mortifica”, mas “uma escola de liberdade, que leva a sério o drama da história e ilumina sempre o seu sentido, sobretudo nos momentos mais sombrios”.
“Com efeito, só na cruz de Jesus é que o mal é redimido: só na sua paixão é que o nosso cansaço mortal encontra consolo e resgate”, ressaltou.
“Em situações de escravidão, Cristo é libertação. No flagelo da guerra, Cristo é esperança. Na hora do pecado, Cristo é perdão. Esta é a verdadeira sabedoria, ou seja, o caminho que queremos percorrer juntos, unidos como discípulos em seu nome”, concluiu.





