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Hoje é celebrada santa Clara de Assis, padroeira da televisão

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Acidigital

A Igreja hoje (11) a memória litúrgica de santa Clara de Assis, a jovem da nobreza italiana que deixou tudo por Cristo e, junto a são Francisco, decidiu atender ao chamado de Deus.

Considerada padroeira da televisão e de seus profissionais, a santa viveu episódios em que teve a graça de ver projetadas nas paredes de sua cela cerimônias que desejava acompanhar, mas não podia por causa da enfermidade.

Santa Clara nasceu em Assis, em 1193, em uma família da nobreza italiana. Conta-se que seu nome surgiu de uma inspiração dada a sua mãe, a quem foi revelado que a filha iluminaria o mundo com sua santidade.

Quando Clara tinha 18 anos, são Francisco pregou em Assis os sermões quaresmais na Igreja de São Jorge. As palavras do “poverello” acenderam o coração da jovem, que foi lhe pedir, em segredo, que a ajudasse a viver segundo o Evangelho.

São Francisco a animou em seu desejo de deixar tudo por Cristo. No Domingo de Ramos de 1212, Clara assistiu à bênção das Palmas na Catedral. Todos os fiéis se aproximavam para receber um ramo de oliveira, mas Clara ficou em seu lugar, por timidez. Ao ver isto, o Bispo levou o ramo até onde estava. Nessa noite, fugiu de sua casa e se dirigiu ao povoado da Porciúncula, que distava dois quilômetros de onde vivia São Francisco com sua comunidade.

Neste local, Clara trocou seus finos vestidos por um hábito de penitente, que consistia em uma túnica de tecido áspero e uma corda de cinturão. São Francisco lhe cortou o cabelo. Como este não tinha fundado um convento para religiosas, conseguiu alojamento provisório para Clara no claustro das beneditinas de são Paulo, perto da Bastia.

Os parentes da jovem já tinham planejado para ela um casamento e, quando souberam o que tinha acontecido, decidiram tirá-la do convento. Conta-se que Clara se aferrou com tal força ao altar, que rasgou as toalhas quando a arrancaram de lá. A jovem descobriu a cabeça para que vissem seus cabelos cortados e disse a seus amigos que Deus a tinha chamado a seu serviço e que ela estava disposta a responder.

Em pouco tempo, a irmã de Clara, Inês, foi se unir a ela, o que desencadeou uma nova perseguição familiar. Mais tarde, são Francisco transferiu as duas para uma casa contigua à igreja de São Damião, nos subúrbios de Assis, e nomeou Clara como superiora.

Em pouco tempo, a irmã de Clara, Inês, foi se unir a ela, o que desencadeou uma nova perseguição familiar. Mais tarde, são Francisco transferiu as duas para uma casa contigua à igreja de São Damião, nos subúrbios de Assis, e nomeou Clara como superiora.

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