Por: Luiz Torres
Quando abrimos o coração ao Espírito Santo, acolhemos uma fonte inesgotável de amor, perdão e graça. A farinha do perdão e o azeite da unção não acabam. Por isso, Jesus nos chama a ser sal da terra e luz do mundo. Não possuímos luz nem sabor próprios; somos apenas instrumentos que refletem a presença de Deus. Como um abajur ilumina porque há uma lâmpada acesa em seu interior, o cristão só ilumina quando Cristo vive nele. O mundo precisa de pessoas dispostas a servir, amar e iluminar os outros sem buscar reconhecimento.
Nosso modelo é o Sagrado Coração de Jesus: humilde, manso e totalmente entregue por amor. Tornou-se homem sem deixar de ser Deus. Caiu três vezes para levantar os caídos, sem se deixar vencer pela fraqueza humana. Morreu para ressuscitar os mortos, sem jamais deixar de ser a Vida. Fez-se servo sem deixar de ser Senhor.
Abriu os braços para abraçar o mundo inteiro e permitiu que seu lado fosse transpassado para tornar-se fonte de misericórdia e penhor de salvação. Ao contemplarmos esse Coração transpassado de amor, meditamos a sua grande e ultima promessa: a graça da perseverança final e da salvação para aqueles que, com fé, devoção e sincero desejo de conversão, comungarem nas nove primeiras sextas-feiras em sua honra. Rezemos: “Jesus manso e humilde de coração, fazei nosso coração semelhante ao vosso”





